Materiais

Aqui, você encontrará alguns materiais utilizados nos encontros anteriores.

III Encontro Brasileiro de Governo Aberto

Mesa de Pitchs, ocorrida em 04 de dezembro de 2018, 10:30-12:30.

Educação Aberta  (15″) – Priscila Gonsales: acesse o material
Para o biênio 2016-2018, cocriamos com governo e empresas um compromisso sobre recursos educacionais digitais baseado nos princípios de REA (uso, reuso e adaptação) e o desdobramento disso gerou uma série de ações envolvendo formação de gestores, implementação de práticas abertas na Secretaria de Educação Básica do MEC, além da publicação de uma portaria específica sobre o tema, a de número 415 de 16 de maio de 2018. Como desdobramento, ainda, conseguimos mobilizar Unesco e MEC para organizar o Encontro REA do Mercosul, a ser realizado de 28 a 30 de novembro, em Brasília, no intuito de criar uma rede colaborativa entre países da América Latina para implementação de políticas de educação aberta: https://aberta.org.br/evento-rea-mercosul-no-brasil/

Cultura hacker: participação social de forma divertida (15′) – Evelyn Gomes de Lima: acesse o material
LabHacker trabalha para desmistificar a política e fomentar a participação social.
A ideia é trazer o sistema político para o cotidiano das pessoas.  Nós desenvolvemos metodologias para mostrar como a política pode ser divertida e deve contar, inclusive, com a participação de crianças. O ônibus hacker, jogo da política, jogo da saúde, cryptonkids, residências hackers são os exemplos que serão apresentados de como trabalhamos a autonomia como formação do Ser político.

Chat Bot para controle social (15″) – Caio Lucena: acesse o material
Como as tecnologias conversacionais automatizadas podem aumentar o alcance do controle social ampliando o publico e as interações sobre os  assuntos públicos.

Uso de dados legislativos abertos para fins de lobby e advocacy (15″) – Felipe Lélis Moreira: acesse o material
O objetivo da apresentação é mostrar como a abertura legislativa está impactando o processo de elaboração das leis e quais são os desafios que os parlamentos e também o Poder Executivo deverão enfrentar para reduzir as assimetrias que são características da atividade de lobby e advocacy.
Poucas empresas oferecem serviços tecnológicos para fins de lobby e advocacy, muitas delas a altos custos. Além disso, a Ciência de dados é um campo do conhecimento relativamente novo e dominado por poucos atores sociais. Desse modo, a mera disponibilização de dados pode contribuir para a acentuação da desigualdade, na medida em que poucos serão capazes de minerá-los ou adquirir tecnologias que o façam. O Estado, então, deve adaptar o princípio da transparência e da publicidade à era da informação, revendo seus valores de abertura e agindo como indutor da co-criação de tecnologias para a redução da desigualdade nos processos de tomada de decisão.
Durante a apresentação, serão mostradas iniciativas tecnológicas que já existem no mercado brasileiro (Ex. Inteligov, SigaLei, Dado capital) e internacional (ex. Quorum e Fiscal Note) além de ferramentas desenvolvidas pelo Laboratório Hacker da Câmara dos Deputados (ex. projeto “Tenho dito”). Serão expostos, também, casos em que o uso de tais ferramentas foram decisivos para o sucesso das agendas legislativas de algumas empresas.

Fake news e democracia (15″) – Leonardo Sakamoto: acesse o material
A apresentação tratará da ameaça que as fake news (ou a chamada pós-verdade) representam à democracia. E sobre como aproveitar o potencial produtivo e difusivo das chamadas mídias sociais para fortalecer a construção de sociedades mais democráticas, nas quais os cidadãos estejam de fato bem informados e possam participar ativamente em suas comunidades, ajudando a viabilizar uma governança boa e eficaz.

Educomunicação e gestão democrática (15″) – Carlos Lima: acesse o material
A apresentação tratará das interfaces entre educomunicação e governo aberto. E apresentará o histórico e os aprendizados da premiada política pública pioneira de educomunicação da Prefeitura de São Paulo, iniciada em 2001 e consagrada pela Lei Municipal 13.941/2004. Atualmente, há cerca de 200 agências jovens de notícia (Imprensa Jovem) em funcionamento na rede municipal de educação.